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Nestle – Iogurte Bliss versão RJ x SP

Não existe motivo para isso mas a Nestlé tem duas linhas do iogurte Bliss completamente diferentes, uma para o Rio de Janeiro e outra para São Paulo.

O Bliss de SP é mais espesso e mais saboroso.
O Bliss do RJ é mais ralo e com sabor mais suave.

Acho isso um absurdo, ainda mais porque se trata de uma empresa multinacional e que se fosse séria, criaria um Bliss com um sobrenome para atender o RJ ou SP.

Isso não é imaginação, eu passei o iogurte por uma analise bem simples, um densiômetro, onde eu medi a velocidade em que o iogurte de cada cidade demorava a passar.

O de SP demorou 9 segundos e o do RJ demorou 5 segundos, ou seja, mais rápido, ou seja, mais ralo.

Legendas de TV

Os serviços de legendas nas televisões aqui no Brasil são realmente muito ruins, além de falar com várias palavras ainda erram na escrita.

Quando eu trabalhava na Columbia University em NYC, eu lidava muito com transmissão de eventos ao vivo, principalmente com apoio de legendas. Era assim, eu recebia o áudio do microfone do preletor e o enviava para Washington DC, para uma central onde existem centenas de profissionais com esta finalidade. Este áudio era então ouvido por este profissional e transcrito por processo taquigráfico.

Esta transcrição voltava então para nossas mesas de edição, onde a inseríamos no vídeo que estava sendo transmitido pela internet ou por um canal de TV Todo este processo não leva mais que 3 segundos. Sim, três segundos para sair de NYC, ir até WDC ser transcrito e voltar para NYC.

Acontece que nos EUA existe uma ONG que somente faz isso e uma lei que diz que toda transmissão de TV tem que ser sempre transcrita.

Aqui no Brasil, somente os jornais e novelas (da Globo) são transcritos, o resto da programação não.

Aeroporto de Cumbica – Guarulhos

Este aeroporto é uma total desorganização e um total desrespeito ao cidadão e contribuinte e pagante da taxa de embarque, umas das mais caras do mundo. Passo nele pelo menos seis vezes ao ano, todas em viagens internacionais.

Sempre que chego neste aeroporto, depois de ter passado em vários ao redor do mundo, me sinto realmente acoitado, pois em primeiro lugar você anda centenas de metros em corredores estreitos e sem esteira, como em quase todos os aeroportos do mundo.
Depois você chega a uma escada rolante extremamente estreita (48cm) que mal cabe uma pessoa e que termina em uma área (onde é feita a imigração) que se estiver cheia, quem vem descendo pela escada rolante, não tem saída e não tem por onde ir, e ai começa um processo de compactação de pessoas nesta área, onde eu já vi vários caírem e se machucarem.
O processo de imigração gera filas enormes, principalmente para os turistas, que chegam a ficar ali por mais de uma hora.

Agora vem a parte pior, as das malas e carrinhos, cada um sendo um episódio a parte, de tão complexos e de tanta sacanagem que é, sim, não conheço outra palavra que se encaixe melhor.

Carrinhos: sempre “puxando” para algum lado, andam em qualquer sentido, menos em frente, reto.  Sim, isso quando tem carrinhos disponíveis. Quantas vezes ali cheguei e não havia nenhum carrinho. Estou dizendo zero, nada, e o pior de tudo é que em alguns casos demorou mais de meia hora a chegar e todos os passageiros esperando com malas nas mãos, lógico, depois de viagens longas e cansativas.

Esteiras: péssimas, pequenas e curtas, jogam as malas pra fora e os passageiros mais participativos, ajudam a colocar as malas de volta na esteira.

Em Cumbica, a área de bagagem é menor que a área do FreeShop, incrível o que o dinheiro compra. Como o FreeShop dá dinheiro para muita gente da Infraero, então façamos uma área maior, que se danem os passageiros que pagam umas das taxas de embarque mais caras do mundo.

Em aeroportos, como o JFK e EWR ambos em NY, o MCO em Orlando, Flórida e mais uns 8 nos EUA, mais uns 3 na Espanha e 5 na china, as áreas de desembarque tem milhares, isso mesmo, milhares de metros quadrados de área, com muito, muito espaço e muito conforto e respeito ao cidadão e principalmente o turista.

Não acredito que isso vá mudar no Brasil, pois, para que isso mude, toda a cúpula da Infraero e outros órgãos teriam de mudar em 100%.
Não adianta somente mudar um ou outro elemento. Os que ficam contaminarão os que chegam e a roda então permanece.
Tem que mudar o conceito de como querem fazer a coisa funcionar, com aeroportos que sejam no mínimo cinco vezes maiores que os que existem hoje.